Estamos acostumados a ouvir discursos inflamados na defesa da “igualdade” social, porém, acabam se tornando palavras ao vento, quando vimos que na prática isso não existe, que é ilusória e cruel à indiferença de cada um.
É cada vez mais comum, os olhares preconceituosos de boa parte da sociedade nos mais diversos e inimagináveis lugares.
Sofrer e exercer algum tipo de preconceito tem sido uma prática comum para a nossa sociedade que se diz “moderna”.
Antes de destacarmos alguma prática preconceituosa de alguém para com alguém, que façamos uma auto análise e reflexão de novas ações, tentando descobrir se nós não estamos apontando para o argueiro no olho alheio e esquecendo a trave que atravessa o nosso olhar.
Tenho observado que o preconceito tem atingido com grande ênfase, os seguimentos religiosos, causando uma divisão e um distanciamento ainda maior entre os homens.
Isso nos faz crer que estamos na contra mão dos ensinamentos de Cristo, onde ele pede união e vemos a separação, onde ele disse: Não julgueis para não ser julgado e nós os homens estamos correndo na contrariedade de suas palavras e ensinamentos.
O homem não tem trabalhado a sua religiosidade, na sua transformação e no seu renascimento como muitos assim o dizem.
Tem havido uma individualização dos seguimentos religiosos, ninguém pode apontar o caminho para ninguém, temos o livre arbítrio que DEUS nos garantiu e se ele assim o fez, sendo ele perfeito nas suas ações como o é, quem somos nós para irmos além do que DEUS determinou?
É preciso respeito, coerência e responsabilidade a serem assumidas.
Não podemos ficar a crucificar a este ou aquele, pelo simples fato de pensar e agir diferentemente de nós.
Todos os seguimentos religiosos, são necessários aos homens, pois o grande ensinamento não tem uma sigla religiosa específica, ele tem na sua essência uma única vontade, buscar uma aproximação do homem para com DEUS, em sua própria compreensão cristã.
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