Existem momentos em que tentamos fugir de certas evidências, nos negamos a aceitar que certos acontecimentos possam vir a se confirmar em nossas vidas.
Logo ela a VIDA, que nos impulsiona a querer construir coisas boas e que por ser tão natural, muitas vezes não a tratamos com o mesmo zelo que ela nos trata.
As dores em vida, em nada se comparam com as dores da nossa incompreensão, onde rejeitamos quaisquer evidências que nos permita aceitar uma separação.
Ainda somos pequeninos de compreensão, a morte ainda nos assusta, nos choca e nos perturba.
Os corações não são preparados para tais acontecimentos, eles sentem as dores tantas vezes aconteçam.
Para cada dor, uma nova experiência e um infinito questionamento nos abordam os corações.
Porque a vida é ceifada de forma tão brusca, porque atingir jovens de forma prematura e com toda uma vida pela frente?
Estas são apenas algumas das muitas perguntas que se fazem num momento de dor como a perca de um ente querido.
A morte, assim como a vida, não se explica não se controla e em muitos casos não se compreende.
Vivemos e aprendemos a cada dia, nós enxergamos a vida como gostaríamos e muitas vezes ignoramos o simples fato de vivermos.
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